“O amor tem cheiro de morte” – por Bruno Cosentino

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O sexo Uma única vez Clarice Lispector escreveu deliberadamente sobre sexo. Foi no livro A via crúcis do corpo. Ainda assim, observa seu biógrafo Benjamin Moser, “o tema que une os contos coletados não é, na verdade, o sexo. É a maternidade”. De fato, a partir desse comentário, é possível pensar que a escritora desfaz a linha de fronteira que separa …

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Clarice Lispector da linhagem de Machado de Assis – por Rubem Braga

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Quando se trata do tema crônica brasileira, é quase instantâneo pensar no nome de Rubem Braga como seu principal representante. “O máximo dos cronistas”, segundo Clarice Lispector. O autor capixaba, que modestamente se considerava uma máquina de escrever “com algum uso, mas ainda em bom estado de conservação”, teve recentemente publicada uma nova coleção com textos seus recolhidos em livro pela …

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Matriosca: duas ou três palavras sobre um caderno de viagem

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Penworthy: caderneta magra, cabe na palma da mão, 17cm x 10,5cm e 58 páginas. Na capa em letra cursiva, e parece que com certo orgulho, consta o nome que assumiu depois de casada: Clarice Gurgel Valente. A partir de 23 de janeiro de 1943, Clarice Lispector assinaria assim, esposa integral do diplomata Maury Gurgel Valente que, naquele ano, fora designado …

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Ilustração e afeto, conversa com Mariana Valente

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A partir de maio próximo, as prateleiras das livrarias brasileiras exibirão exemplares de A mulher que matou os peixes em roupagem nova. Lançado originalmente em 1968, pela Sabiá, o segundo título de literatura infantil que Clarice Lispector publicou em vida trará reprodução da dedicatória que a autora fez aos filhos, Pedro e Paulo, e aos netos ainda não nascidos. Nesta nova edição da …

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